Cargos de logística: as diferentes profissões e funções exercidas no setor

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Escrito por Ana Beatriz

Data: 28/03/2018

A área de logística oferece uma riqueza de carreiras que podem trazer bons lucros e sucesso profissional. Trata-se de um campo altamente estratégico e que tem sido cada vez mais explorado nas empresas, objetivando resultados como redução de custos e maior produtividade. Veja como investir na área por meio dos diferentes cargos de logística disponíveis. Você pode conhecer, avaliar e comparar as variadas funções e profissões, a fim de escolher a que mais se ajusta ao seu perfil.

Leia o post e conheça mais sobre o assunto!

Por que a carreira de logística tem sido tão atrativa nos últimos anos?

A logística é uma área encarada de forma inovadora já há algum tempo. À medida que foi sendo mais compreendida pelos gestores, ela tornou-se mais estratégica e oportuna. Considerada por alguns especialistas como fonte de desperdícios, o conceito de logística transformou-se — ou, antes, evoluiu —, passando a ser entendido como fundamental para evitar os desperdícios, reduzir custos e gerar lucros.

Durante muito tempo, a área de logística foi interpretada mais como um suporte que como um setor estratégico, limitando-se às operações de carga e descarga. Essa visão mostrou-se insatisfatória, e, por esse motivo, os gestores foram compelidos a rever seus conceitos e paradigmas.

Uma das grandes mudanças na área logística começou com o surgimento da Produção Enxuta, nos Estados Unidos. A partir dela, desenvolveu-se a Logística Enxuta, cuja proposta é reduzir ao máximo os desperdícios relacionados às operações logísticas e à cadeia de suprimentos. Tudo o que não agrega valor aos processos e operações deve ser descartado.

O progresso tecnológico é uma das principais causas para o aquecimento do setor logístico, favorecendo o surgimento de muitos concorrentes em tempo muito curto e exigindo que as empresas aprimorem seus produtos e serviços, procurando novas oportunidades e nichos no mercado.

A logística tem conquistado muito espaço nesse ritmo e nesse cenário modernizado, mas aparecem também mais problemas. É necessário que os gestores das empresas se atualizem e readéquem suas estratégias, passando a adotar, inclusive, novos equipamentos, que deem conta das novas exigências.

Os desafios e as tendências da área tornaram-se, portanto, mais atrativos para diferentes profissionais, especialmente aqueles habilitados na área de administração. Os cargos de logística são uma opção interessante e diversificada para impulsionar a carreira e ganhar mais dinheiro.

Por que investir em uma formação em logística e operações?

Uma das principais razões para optar por uma profissão na área logística é realmente o salário — especialmente porque ainda não existem profissionais qualificados em quantidade suficiente para atender a demanda crescente.

É claro que, à medida que mais pessoas optem por formação na área de logística, a quantidade de profissionais vai aumentar, ou seja, haverá maior oferta e, naturalmente, a tendência é que os salários passem por reajustes e alcancem um equilíbrio.

Contudo, isso é um fato a ocorrer em médio e longo prazo e não de forma imediata. Mesmo assim, considerando que os salários para os cargos mais importantes de logística passem por reajustes e reduções, não quer dizer que eles serão menos atrativos. Eles continuarão sendo bons salários e, quanto mais especializações o profissional tiver, mais oportunidades ele terá no mercado de trabalho e poderá desenvolver sua carreira associada a uma boa remuneração.

Considere que a qualificação em logística é uma vantagem competitiva, pois muitas empresas estão dispostas a pagar mais por um bom profissional e usufruir de melhores resultados no controle dos processos logísticos e da cadeia de suprimentos, em vez de economizar na folha de pagamento e sofrer prejuízos maiores, decorrentes de uma cadeia produtiva mal administrada.

É certo que a logística atual depende de profissionais mais qualificados. Por esse motivo, muitos gestores têm demitido funcionários com baixo nível de formação para contratar pessoas mais especializadas.

Mesmo considerando um profissional com larga experiência na área e com vastos conhecimentos adquiridos no dia a dia, ele está em desvantagem em relação a um profissional com nível superior e mestrado e que tenha cursado um ou mais MBAs em logística no Brasil ou no exterior.

Quais são os principais cargos dentro da área da cadeia de suprimentos?

Em 2017, os cargos de logística mais procurados foram de supply chain e vendas, conforme o Guia Salarial da Robert Half 2017. Esse guia avaliou as tendências de contratação e salários para oito áreas do setor logístico no mercado brasileiro.

Também, foram entrevistados 203 profissionais em logística especializados em supply chain. A maior parte deles (76%) afirmou que acredita que o setor permanecerá em constante crescimento e avançará ainda mais nos anos que seguem.

As empresas desejam encontrar profissionais que saibam trabalhar estrategicamente, aumentando as vendas e contribuindo para maior rentabilidade do negócio, além de serem capazes de oferecer soluções para redução de custos.

Veja os salários para os cargos de logística em 2017 e mais algumas informações sobre cada um.

Diretor de supply chain

A função de um diretor de supply chain é dirigir e fazer o planejamento do setor logístico da empresa. Isso abrange não somente o transporte, mas também a aquisição e a armazenagem de matérias-primas, máquinas, equipamentos, materiais e serviços em geral.

O diretor de supply chain precisa investigar e indicar o desenvolvimento de novas fontes de suprimentos, pedindo avaliação técnica do potencial dessas fontes em relação a produtos, pessoal, equipamentos, responsabilidades financeiras, capacidade produtiva e outras referências.

Ele também deve aprimorar a gestão de estoques, reduzindo a quantidade de itens e os custos associados ao armazenamento e à estocagem.

Para ser diretor de supply chain, o profissional deve ter, no mínimo, o curso de graduação em Administração e Logística, mas também é importante cursar MBAs e outras especializações, além de dominar línguas estrangeiras, como espanhol e inglês.

Em 2016, o salário de um diretor de supply chain de uma grande empresa oscilou entre R$ 25.500 e R$ 50.000, alcançando, em 2017, uma variação entre R$ 25.500 e R$ 52.000 (+2,7%). Em relação a uma empresa de médio ou pequeno porte, o salário desse cargo em 2016 variou entre R$ 21.000 e R$ 37.500, enquanto, em 2017, ficou entre R$ 22.000 e R$ 37.500 (+2,6%).

Além do salário, esse profissional pode gozar de benefícios como: seguro-saúde; assistência médica e odontológica; complementações auxílio-doença; cesta básica; convênio com farmácias; tíquetes (refeição e alimentação); auxílio-creche; auxílio-escola; previdência privada; mensalidade de clubes; transporte fornecido pela empresa e outros benefícios.

Gerente de compras

A função do gerente de compras é planejar e controlar a compra de materiais e equipamentos, conforme as necessidades da empresa. A finalidade é obter as melhores condições de compra, considerando a qualidade dos insumos, os preços e o atendimento.

Esse profissional deve fazer:

  • o planejamento e supervisão do processo de compras;
  • pesquisar novos fornecedores;
  • visitar e avaliar os fornecedores atuais e futuros;
  • manter em equilíbrio o orçamento logístico;
  • coordenar os procedimentos de contratação de novos funcionários para o setor de compras;
  • revisar contratos de compras (bem como implementar estratégias para contratações de compras, definindo parâmetros);
  • solucionar conflitos com fornecedores;
  • dar a aprovação final nos processos de compra (baseando-se em cotações);
  • gerenciar a liberação de materiais com problemas ou desnecessários;
  • elaborar previsões de demandas de compras;
  • desenvolver o uso de indicadores de desempenho para o departamento, entre outras coisas.

Para assumir esse cargo, deve-se ter formação em Administração de Empresas, Economia, Contabilidade ou Engenharia de Produção. Saber falar outro idioma também é importante, bem como conhecer bem as matérias-primas, o controle de qualidade e os processos de produção, além de ferramentas digitais para profissionais de logística.

Nas grandes empresas, no ano de 2016, o gerente de compras teve salário que variou entre R$ 12.500 e R$ 32.000. Em 2017, essa variação ficou entre R$ 13.000 e R$ 32.000 (+1,1%). Em 2016, esse cargo apresentou salário variando de R$ 9.500 e R$ 22.000 nas empresas médias e pequenas; já em 2017, oscilou entre R$ 10.000 e R$ 22.000 (+1,6%).

Gerente de planejamento

Cabe ao gerente de planejamento a função de planejar e controlar todas as etapas que envolvem o ciclo produtivo da empresa, focando, principalmente, os aspectos financeiros, garantindo que todas as operações e processos sejam efetuados com o menor percentual de custos e desperdícios possível.

Ele deve, de forma prévia, definir as ações, métodos e recursos necessários para executar os processos logísticos, delimitando o orçamento individual de cada etapa e o orçamento total desses processos.

O controle de produção é uma função importante quando se fala em gerente de planejamento.

É importante ter curso superior em Administração ou Engenharia de Produção, bem como conhecer bem a matemática financeira e certos aspectos contábeis e fiscais.

Em empresas grandes, esse profissional apresentou salário, em 2016, que variava entre R$ 9.500 e R$ 17.000; já em 2017, o salário ficou entre R$ 10.000 e R$ 17.500 (+ 3,8%). Nas empresas menores, o salário variou, em 2016, entre R$ 8.000 e R$ 13.500; e, em 2017, entre R$ 10.000 e R$ 15.500 (+ 18,6%).

Gerente de logística

O gerente de logística é um profissional cuja função é planejar, avaliar e controlar os meios de transporte, garantindo sua eficiência. Para isso, ele deve basear-se nos recursos financeiros, materiais e humanos disponíveis.

Também é função do gerente de logística coordenar o planejamento e programar a produção, a estocagem, a distribuição e o transporte das mercadorias, atendendo os pedidos e respeitando os prazos de entrega.

A formação recomendada e desejada para esse profissional é o curso superior em Logística ou Administração de Empresas, bem como uma pós-graduação. Para todos os cargos de logística, saber falar uma língua estrangeira é uma vantagem competitiva.

Além do salário, um profissional qualificado pode usufruir de regalias como as citadas no primeiro cargo, embora o diretor de supply chain ainda seja o mais alto cargo na área de logística, com a maior remuneração.

Em 2016, o gerente de logística tinha salário, em uma grande empresa, entre R$ 12.500 e R$ 26.000; em 2017, o salário passou a variar entre R$ 13.000 e R$ 26.000 (+ 1,3%). Já em empresas médias e pequenas, a variação do salário nesse cargo foi, em 2016, de R$ 9.000 e R$ 21.000 e, em 2017, de R$ 9.500 a R$ 21.000 (+ 1,7%).

Coordenador de comércio exterior

O coordenador de comércio exterior tem como principal função coordenar a equipe de importação e exportação. Ele atua, portanto, com negociações a nível internacional.

Esse profissional deve:

  • desenvolver projetos de importação e exportação;
  • implantar projetos logísticos, aéreos e portuários;
  • efetuar negociação de fretes internacionais;
  • revisar e aprovar documentação relativa a importação e exportação;
  • coordenar e administrar as operações com os despachantes das agências correspondentes para importação e exportação de produtos;
  • coordenar o transporte terrestre do ponto de importação (porto, aeroporto, fronteira) ao destino final;
  • classificar e revisar os produtos em parceria com os despachantes;
  • solicitar, revisar e supervisionar as notas de importação;
  • elaborar contratos de compras e de ordens de compras;
  • revisar e incluir os custos totais dos produtos;
  • coordenar as negociações de frete de importação e exportação com agências de transporte internacional;
  • coordenar e controlar o inventário do fisco e o pagamento dos impostos relacionados a importação e exportação;
  • projetar e analisar os custos de importação e exportação, revisando sempre os preços de transferência.

Para esse cargo, exige-se a graduação em Comércio Exterior ou Administração de Empresas, sendo necessários conhecimentos técnicos e comerciais em operações internacionais.

Nas grandes empresas, em 2016, pagava-se um salário a esse cargo que ia de R$ 5.000 a R$ 12.000; e, em 2017, um salário que variava de R$ 5.500 a R$ 12.000 (+ 2,9%). Já nas empresas médias e de pequeno porte, o salário variava entre R$ 5.000 e R$ 12.000 em 2016; e, em 2017, entre R$ 5.100 e R$ 12.000 (+ 0,6%).

Vê-se que, entre todos os cargos de logística citados, este é o único que, em 2016, tanto em grandes empresas quanto em empresas menores, apresentava o mesmo valor salarial.

Coordenador de PCP

O coordenador de Planejamento e Controle de Produção (PCP) tem como principal função a coordenação e a execução das operações do setor de PCP. Ele deve analisar os apontamentos da produção, monitorando as tarefas.

Esse cargo envolve responsabilidades como:

  • planejar, controlar e programar a produção com a finalidade de atender as demandas, garantindo as vendas;
  • controlar os insumos (matéria-prima, produtos acabados, produtos semiacabados);
  • analisar o apontamento da produção;
  • monitorar as atividades do setor de PCP;
  • elaborar relatórios;
  • servir como interlocutor entre requisitantes e fornecedores;
  • liderar equipes do setor;
  • garantir o desempenho satisfatório do controle de qualidade, bem como assegurar que serão respeitadas as normas e os regulamentos internos;
  • atuar com programas para aprimorar o local de trabalho;
  • propor ações preventivas, corretivas e de melhorias;
  • armazenar materiais;
  • melhorar a capacidade de produção;
  • elaborar, mensalmente, o plano de orçamento do PCP, levando em conta as perspectivas de vendas e com o objetivo de melhorar o potencial das instalações, dos prazos de entrega e dos outros recursos disponíveis;
  • fazer a solicitação de alterações de pedidos de compra para atender as necessidades de mudanças no planejamento da produção;
  • elaborar a programação da produção de acordo com as prioridades dos setores de vendas e de produção.

Para um coordenador de PCP, o ideal é o curso superior em Administração de Empresas, com ênfase em processos de produção e logística.

O salário desse cargo variou, em 2016, nas grandes empresas, entre R$ 9.000 e R$ 15.000 e, no ano seguinte, ficou entre R$ 9.100 e R$ 15.000 (+ 0,4%). Já nas médias e pequenas empresas, a variação salarial foi de 1,5%: em 2016, entre R$ 8.000 e R$ 12.000; e, em 2017, entre R$ 8.100 e R$ 12.000.

Comprador

O comprador tem como função a compra de insumos, optando, na maioria das vezes, pela aquisição de matérias-primas tanto nacionais quanto internacionais. Ele pode comprar materiais e serviços logísticos.

O setor de serviços, dedicado à contratação de transportadores autônomos ou transportadoras ou ainda de operadores logísticos, ainda está começando nas empresas, oferecendo boas oportunidades para o profissional que se especializar nesse setor.

Um bom comprador, se estiver bem habilitado e souber tomar decisões estratégicas, pode se tornar o próximo CEO. Suas habilidades devem envolver aquelas de natureza mais técnica (como cálculo de custo do produto) até aquelas mais associadas às áreas humanas, como liderança, comunicabilidade e capacidade de negociar com eficiência.

O comprador deve negociar não somente com fornecedores, sempre levando em conta as prioridades dos colegas de outros departamentos. Deve ainda apresentar habilidades para interpretar especificações de natureza complexa (chamadas de “ossos do ofício”).

Além das tarefas tradicionais de um comprador, ele pode atuar na inteligência de mercado, relacionando-se às alternativas de fornecedores, ao sistema de distribuição, aos modelos tarifários e assim por diante.

Esse profissional deve ter noções de psicologia e uma visão sistêmica do negócio. O curso superior mais indicado é o de Administração de Empresas, bem como são úteis os cursos de Logística.

No ano de 2016, o comprador recebeu salário que, nas grandes empresas, oscilava entre R$ 5.000 e R$ 15.500; em 2017, variou entre R$ 5.500 e R$ 13.500 (- 2,7%). Nas empresas menores, o salário ficou, em 2016, entre R$ 4.500 e R$ 8.500; e, em 2017, foi de R$ 5.000,00 a R$ 8.500,00 (+ 3,9%).

Analista de logística

O cargo de analista de logística costuma dividir-se em categorias: júnior, pleno e sênior. Também existe o cargo de analista de logística reversa, dividido nas mesmas categorias. Cabe ao analista de logística analisar o desenvolvimento dos estudos para implantar alternativas de logística, com a finalidade de adequar prazos e reduzir custos.

Entre suas tarefas, estão a elaboração de roteiros de entrega de materiais — sempre levando em consideração a segurança do transporte —; a análise de contratos; as melhorias nos processos de movimentação e armazenagem de insumos; e a realização de análises relacionadas às compras de matérias-primas, produtos, máquinas e outros materiais da empresa.

Cabe a esse profissional, ainda, supervisionar as previsões de compras e efetivar negociações com os fornecedores.

O curso superior de Tecnólogo em Logística é recomendado para quem deseja trabalhar nesse cargo.

Em 2016, o salário do analista variou entre R$ 4.500 e R$ 9.000 nas grandes empresas; em 2017, ficou entre R$ 5.000 e R$ 10.000 (+ 11,1%). Nas médias e pequenas empresas, o salário foi de R$ 4.500 a R$ 7.000 (2016); e de R$ 4.500 a R$ 8.000 (2017). Houve, portanto, uma variação anual de 8,7%.

Como está o mercado de trabalho de logística?

Conforme afirma a Associação Brasileira de Logística (Aslog), a profissão de logística ainda não amadureceu como deveria em nosso país. Por esse motivo, a maior parte dos profissionais que atuam na área desenvolveram seus conhecimentos e habilidades a partir de experiências adquiridas no próprio ambiente de trabalho. Não houve complementações de estudos e vários têm somente o segundo grau.

Contudo, as reformas que vêm afetando o setor exigem mais que o conhecimento sem método. É preciso aprofundá-los, estudando e aprendendo técnicas mais bem direcionadas e modernas, que precisam de implementação mais complexa, como gestão de processos, times multifuncionais, gestão integrada da cadeia de suprimentos e assim por diante.

A baixa qualificação tende a causar prejuízos logísticos nas empresas. Não se trata somente de investir em equipamentos mais sofisticados e eficientes, é fundamental contar com profissionais mais qualificados, que saibam fazer uso desses equipamentos e compreendam a importância estratégica dos processos logísticos para o crescimento de qualquer negócio.

Ou seja, investimentos em recursos humanos são mais importantes para a empresa que deseja crescer que investimentos em recursos simplesmente materiais. A concorrência tende a ser menos perigosa para as empresas que sabem direcionar equilibradamente seu capital para os recursos materiais e humanos.

A gestão de pessoal envolve a definição de metas e objetivos a nível de gestão e a nível operacional. Também é importante monitorar o cumprimento das metas, pois apenas dessa forma será possível garantir o desenvolvimento da equipe e a qualidade do serviço ofertado.

Afinal, o supply chain é para você?

Você se encaixa em algum dos perfis mencionados acima? Acredita que tenha habilidades para atuar na supply chain e nos processos logísticos de uma empresa?

Muitas vezes, as pessoas têm habilidades e só conseguem descobri-las trabalhando ou estudando. De qualquer modo, algumas delas podem ser desenvolvidas com a aprendizagem e a experiência.

Como vimos, a remuneração nos cargos de logística compensa, principalmente considerando um país onde os problemas econômicos não param e a população sofre com baixa renda e desigualdades sociais.

O salário mais baixo, entre os citados acima, é de R$ 4.500,00 — um salário muito bom para quem vive no Brasil!

Se estiver realmente interessado em atuar na área logística, não deixe de estudar Administração de Empresas e especializar-se sempre, pois as certificações ajudam bastante na hora da escolha.

Os cargos de logística são diversificados e apresentam algumas similaridades entre si, bem como algumas diferenças. Com o tempo, eles tendem a se tornar mais individualizados, e o bom profissional deve se preparar para atuar na área e desempenhar serviços que ajudem a desenvolver os processos logísticos, tornando-os mais e mais estratégicos.

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